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Clamar por Lula é corromper o futuro



Entre petistas e bolsonaristas há uma coisa em comum: sua fidelidade abstrata. Tão unicamente esse sentimento mórbido à saúde do país, mais uma vez o nome de Lula soa nos lábios desesperados de seus defensores. Esses espíritos defendem que seu mestre, que foi supostamente injustiçada pela lava jato, deve ter sua condenação anulada. O grito desses senhores apela à justiça para que faça jus ao conceito. O grande problema dessa proclamação é que, se esse sentimento fosse realmente genuíno, esses senhores não estariam a buscar anulação.


Desejamos um país mais justo e imparcial, dizem esses senhores, mas o conceito de justiça e imparcialidade está vinculado à sua ideologia partidária, ao seu ideal emaranhado, ao seu desrespeito aos valores, à moral e à ética. Praticam o mesmo relativismo dos bolsonaristas: a justiça é coercitiva quando prende o Lula, mas é justa quando investiga os Bolsonaros. Ora, eles precisam se decidir: ou o judiciário brasileiro está contaminado, ou não. Se a primeira afirmação for verdadeira, não importa a classe, o partido, nem a ideologia política: eles serão lenientes em relação à corrupção. Se não for, tudo vai bem, e os criminosos têm suas penas cumpridas.


Nada justifica esse grito desesperado, senão o seu espírito contaminado pela paixão, pela tolice e ignorância, que já estão a dominar seus corações. Não importa o que o ídolo pretende fazer, nem que ele furte tua riqueza: ele tem permissão para corromper o espírito, a moral e a posteridade. Que aceitem, portanto, o futuro espantoso e assombroso que os aguarda, e que não clamem ao júri que a punição seja aplicada ao seus malfeitores, pois eles estão a labutar para que esse seja o futuro, para que personagens como Lula continuem corrompendo nossa sofrida nação, para que a impunidade seja o novo tem da bandeira: desordem e regresso.



Por Renan Jorge

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