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Um Conselho para Nossos Leitores

Escrito por: @RecantoConserva



Diante do momento de crise em que vivemos, infelizmente o sentimento mais maligno que podemos ter é o ódio. Como venho percebendo, grande parte da população tem aflorado fervorosamente este ódio, principalmente na esfera da política e das ideias. É nosso dever tecer críticas e comentários acerca de opiniões conflitantes e por isso temos total direito de sermos contrários à determinada ideia, mas não com ódio porque ele compactua com o que há de mais intolerável em nossa vida; um sentimento incalculável, tacanho, quase que impulsivo e que demonstra o que há de pior no espírito humano.


O ódio na política não nos trouxe bem-estar social, mas sim segregação, revanchismo e divisão. Não nos faltam exemplos históricos para confirmar a tese que apresento aos senhores: Revolução Francesa, Revolução Russa, 3° Reich e muitos outros. No Brasil analisamos o ódio vindo tanto da esquerda como também da chamada neodireita, seja por parte do PT cujo revanchismo e o sentimento de vingança ainda se mantém devido à ascensão e à chegada do Governo Bolsonaro, seja por parte também do Governo Bolsonaro que se enxerga como inimigo dos petistas, mas que em contrapartida tem tomado as mesmas atitudes e as mesmas decisões reprováveis que a Direita Brasileira que outrora reprovava, agora defende como se Jair Bolsonaro fosse não um indivíduo pecaminoso e repleto de imperfeições e defeitos, mas sim um sujeito injustiçado, quiçá até amoroso e compassivo demais para os padrões da imprensa golpista e da elite do atraso (jornalistas, artistas, a classe política, o establishment etc).


Mas afinal, como devemos agir? Ora, é muito simples. Devemos ser céticos e buscar sempre a verdade. O ódio é como a idolatria: ele o cega e o faz cometer atos vergonhosos, basta analisarmos aqueles que aderem ao ódio da mesma maneira que aqueles que aderem a um chavão ou a alguma promessa furada de algum deputado ou senador. São idênticos em idolatria porque veneram uma metodologia fracassada, uma atitude equivocada, um modo de agir e de pensar subserviente e fiel que os tornam quase indistinguíveis. Devemos ter mais compaixão pelo próximo, mais amor no coração e buscar a sempre a verdade sem radicalismos. A prudência e o ceticismo são peças fundamentais para frear as situações que não desejamos para a nossa nação tão frágil, como de fato se encontra hoje. Devemos acima de tudo manter a sanidade e acalmar os ânimos para que possamos eliminar uma parcela do rancor que existe entre nós já que o ódio é fruto das frustrações, e é por isso que devemos extingui-lo o máximo possível, para alcançarmos uma sociedade mais harmônica, começando com cada um de nós, para que não hajam tantas barreiras nos impedindo de conquistarmos o pleno convívio e a integração social.

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